quinta-feira, 6 de março de 2014

amígdalas pelo povo

conheci uma vez uma menina numa balada e depois de umas boas três doses ela falou começou a falar um monte de besteiras e disse coisas sobre a mãe e a mãe que era lésbica e dirigia mal e outras tantas besteiras eu enfiei os dedos na goela dela e arranquei suas amígdalas e junto as besteiras e também o pouco do vômito que por ali aguardava alguma hora, arranquei-os, que era para ela parar de falar besteiras, não arranquei as pregas, que ela tem direito a dizer, mas as amígdalas eu as amassei bem, para o nosso bem
conheci outra menina que se dizia ter orgasmo no cano da bicicleta, deturpado, pensei
falta-lhe as boas relações mas me calei em seguida porque não podia: imaginava-a todinha molhada com a buceta enfiada, as pernas erguidas, perguntei: faz assim mesmo menstruada? a bicicleta dela era roxa e não tinha sequer um banco
pois por fim conheci uns meninos nunca conheci os bem mas lhes disse algumas coisas: não me toque, era dia de missa, paz de espírito ele disse e apertou minha cintura como quem quer mamar e puxa a barra da saia da mãe a mãe, uma crente de cabelos presos que rezava o terço mas falava umedecendo os lábios, a língua era pegajosa, uma vez uma amiga disse: imagina sua mãe lambendo o pau do seu pai, que nojo, nunca mais ela olhou na nossa cara, eu também com o tempo aprendi que ela não era boa gente, lia livro de vampiros e mordia a fronha do travesseiro antes de dormir eu também nunca mais depois das amígdalas, sonhava com elas todos os dias, enlatadas, à venda, as amígdalas das besteiras todas, entulhadas, alguma coisa então de bom há de se fazer com as baboseiras todas, uma espécie de alívio do terror, como se masturbar com a cruz e jesus dependurado, li isso uma vez na internet, não sei se é verdade.

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